QUINTA

QUINTA

QUINTA DA ALORNA

Situada na margem sul do Rio Tejo, perto de Santarém, e com a entrada marcada por um arbusto raro no mundo, conhecido por “Bela Sombra”, a Quinta da Alorna destaca-se não só pela qualidade dos vinhos que produz, mas também pelas suas práticas agrícolas, florestais e dos seus espaços naturais.

Com uma área total de 2.800 hectares, encontra-se dividida em 160 ha de vinha, 500 ha dedicados a regadio e cerca de 1.900 ha de floresta.
Na área de regadio, atualmente produz integralmente para a indústria agroalimentar, sendo de destacar o milho, a batata, para a Matutano, o amendoim para a PepsiCo, as ervilhas para a Dardico e ainda batata-doce.

Na área silvícola tem montado de sobro, de onde retira a cortiça, pinhal manso, para produção de pinhão e eucaliptos para produção de pasta de papel.
Esta relevante área florestal ajuda igualmente a mitigar as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera.
Adicionalmente, contamos neste momento 6 centrais de produção de energia fotovoltaica na nossa propriedade.

QUINTA DA ALORNA

Situada na margem sul do Rio Tejo, perto de Santarém, e com a entrada marcada por um arbusto raro no mundo, conhecido por “Bela Sombra”, a Quinta da Alorna destaca-se não só pela qualidade dos vinhos que produz, mas também pelas suas práticas agrícolas, florestais e dos seus espaços naturais.

Com uma área total de 2.800 hectares, encontra-se dividida em 160 ha de vinha, 500 ha dedicados a regadio e cerca de 1.900 ha de floresta.
Na área de regadio, atualmente produz integralmente para a indústria agroalimentar, sendo de destacar o milho, a batata, para a Matutano, o amendoim para a PepsiCo, as ervilhas para a Dardico e ainda batata-doce.
Na área silvícola tem montado de sobro, de onde retira a cortiça, pinhal manso, para produção de pinhão e eucaliptos para produção de pasta de papel.
Esta relevante área florestal ajuda igualmente a mitigar as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera.
Adicionalmente, contamos neste momento 6 centrais de produção de energia fotovoltaica na nossa propriedade.

PRÁTICAS AMBIENTAIS E GESTÃO DE RECURSOS

O equilíbrio entre todas as atividades agrícolas e a natureza é fundamental para nós.

A Quinta da Alorna é uma empresa com uma longa tradição vitivinícola e que tem procurado acompanhar o passo da modernização através da qualificação e de práticas ambientais sustentáveis.
Toda a atividade da Quinta da Alorna assenta numa política direcionada para a qualificação, recorrendo a ferramentas de certificação agro-ambientais, procedimentos e normas que garantam a qualidade do produto, a proteção do ambiente e a segurança dos colaboradores.
Nos últimos anos temos vindo a reforçar o investimento em sondas que quantificam os níveis de humidade no solo com o objetivo de obter informação completa sob os vários parâmetros referentes à atividade agrícola e vitícola.
Investimos igualmente em variadores de velocidade e caudalimetros bem como na manutenção constante nos aspersores dos pivots de rega de modo a conseguir controlar e monitorizar as dotações de rega e, assim, obter melhores resultados do ponto de vista da produção, mas também da economia de água e eletricidade.

Os aparelhos transmitem a informação recolhida, via rádio, para o servidor central que armazena e organiza os dados. Estes dados são determinantes para a tomada de decisões e contribuem para uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos.
A Quinta da Alorna privilegia as boas práticas ambientais, levando a cabo diversos processos que permitem utilizar os recursos disponíveis da forma mais eficaz, protegendo o meio ambiente.
Tem vindo a pôr em prática a agricultura de precisão de modo a poder maximizar a produção com minimização dos recursos necessários, o que tem permitido aumentar produções por hectare nos últimos anos, com consumo de menor quantidade de recursos.

PRÁTICAS AMBIENTAIS E GESTÃO DE RECURSOS

O equilíbrio entre todas as atividades agrícolas e a natureza é fundamental para nós.

A Quinta da Alorna é uma empresa com uma longa tradição vitivinícola e que tem procurado acompanhar o passo da modernização através da qualificação e de práticas ambientais sustentáveis.
Toda a atividade da Quinta da Alorna assenta numa política direcionada para a qualificação, recorrendo a ferramentas de certificação agro-ambientais, procedimentos e normas que garantam a qualidade do produto, a proteção do ambiente e a segurança dos colaboradores.
Nos últimos anos temos vindo a reforçar o investimento em sondas que quantificam os níveis de humidade no solo com o objetivo de obter informação completa sob os vários parâmetros referentes à atividade agrícola e vitícola.
Investimos igualmente em variadores de velocidade e caudalimetros bem como na manutenção constante nos aspersores dos pivots de rega de modo a conseguir controlar e monitorizar as dotações de rega e, assim, obter melhores resultados do ponto de vista da produção, mas também da economia de água e eletricidade.
Os aparelhos transmitem a informação recolhida, via rádio, para o servidor central que armazena e organiza os dados. Estes dados são determinantes para a tomada de decisões e contribuem para uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos.
A Quinta da Alorna privilegia as boas práticas ambientais, levando a cabo diversos processos que permitem utilizar os recursos disponíveis da forma mais eficaz, protegendo o meio ambiente.
Tem vindo a pôr em prática a agricultura de precisão de modo a poder maximizar a produção com minimização dos recursos necessários, o que tem permitido aumentar produções por hectare nos últimos anos, com consumo de menor quantidade de recursos.

TEJO

As nossas vinhas são fortemente influenciadas pelo rio que dá nome à região – Tejo.

O Rio Tejo é responsável por moldar os terroirs da região, tornando as planícies ao seu redor ideais para a produção de uvas. A proximidade das nossas vinhas ao Rio Tejo, faz com que a amplitude térmica seja um fator fundamental na qualidade da uva. No nosso caso o Tejo é sem dúvida o elemento dominante desta região, contribuindo de forma decisiva para o perfil dos vinhos aqui produzidos.
No caso da nossa região Tejo existem três terroirs distintos: charneca, bairro e campo.

TEJO

As nossas vinhas são fortemente influenciadas pelo rio que dá nome à região – Tejo.

O Rio Tejo é responsável por moldar os terroirs da região, tornando as planícies ao seu redor ideais para a produção de uvas. A proximidade das nossas vinhas ao Rio Tejo, faz com que a amplitude térmica seja um fator fundamental na qualidade da uva. No nosso caso o Tejo é sem dúvida o elemento dominante desta região, contribuindo de forma decisiva para o perfil dos vinhos aqui produzidos.
No caso da nossa região Tejo existem três terroirs distintos: charneca, bairro e campo.

SOLOS

O terroir consiste num conjunto de características (ambiente físico e biológico) que dão a identidade a cada região. Na Quinta da Alorna temos áreas na charneca e no campo.

O Campo situa-se nas extensas planícies adjacentes ao rio Tejo sujeitas a inundações periódicas. Estas são responsáveis pelo elevado índice de fertilidade dos solos e torna esta uma zona de excelência para a produção de vinhos brancos. A fertilidade natural da região obriga a uma viticultura de precisão.
A Charneca localiza-se a sul do campo, na margem esquerda do Rio Tejo, com solos arenosos repletos de pedras (calhau rolado) e pouco férteis tendo potencialidades tanto para a produção de vinhos tintos como vinhos brancos.

SOLOS

O terroir consiste num conjunto de características (ambiente físico e biológico) que dão a identidade a cada região. Na Quinta da Alorna temos áreas na charneca e no campo.

O Campo situa-se nas extensas planícies adjacentes ao rio Tejo sujeitas a inundações periódicas. Estas são responsáveis pelo elevado índice de fertilidade dos solos e torna esta uma zona de excelência para a produção de vinhos brancos. A fertilidade natural da região obriga a uma viticultura de precisão.
A Charneca localiza-se a sul do campo, na margem esquerda do Rio Tejo, com solos arenosos e repletos de pedras (calhau rolado) e pouco férteis tendo potencialidades tanto para a produção de vinhos tintos como vinhos brancos.

VINHA

A diversidade das nossas castas permite uma imensidão de oportunidades.

A Quinta da Alorna, com cerca de 160 hectares de vinha, que se divide entre castas como Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet, Fernão Pires, Arinto e Chardonnay, produz os seus vinhos com recurso a novas tecnologias de vinificação. O resultado são produtos com a qualidade, excelência e competitividade que o mercado exige.

VINHA

A diversidade das nossas castas permite uma imensidão de oportunidades.

A Quinta da Alorna, com cerca de 160 hectares de vinha, que se divide entre castas como Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet, Fernão Pires, Arinto e Chardonnay, produz os seus vinhos com recurso a novas tecnologias de vinificação. O resultado são produtos com a qualidade, excelência e competitividade que o mercado exige.

VINDIMA

De todas as decisões que a equipa de enologia tem de tomar, provavelmente, a mais importante é o momento certo para colher as uvas, isto porque a vindima precoce ou tardia influencia diretamente a qualidade e características do vinho que se vai produzir.

Antes mesmo de chegarmos à receção das uvas temos o controlo de maturação e o processo de decisão de vindima.
A nossa vindima é feita de duas formas: manual e mecânica. As uvas são colhidas por castas e em momentos diferentes por influência da sua maturação, do solo onde estão plantadas e das condições meteorológicas às quais estão sujeitas ao longo do ano mas também das características necessárias para os vinhos em que vão ser transformadas. Um dos objetivos da vindima é evitar a oxidação, por esse motivo o processo deve ser rápido, sem danificar a película do bago e num horário em que as temperaturas sejam mais amenas.

VINDIMA

De todas as decisões que a equipa de enologia tem de tomar, provavelmente, a mais importante é o momento certo para colher as uvas, isto porque a vindima precoce ou tardia influencia diretamente a qualidade e características do vinho que se vai produzir.

Antes mesmo de chegarmos à receção das uvas temos o controlo de maturação e o processo de decisão de vindima.
A nossa vindima é feita de duas formas: manual e mecânica. As uvas são colhidas por castas e em momentos diferentes por influência da sua maturação, do solo onde estão plantadas e das condições meteorológicas às quais estão sujeitas ao longo do ano mas também das características necessárias para os vinhos em que vão ser transformadas. Um dos objetivos da vindima é evitar a oxidação, por esse motivo o processo deve ser rápido, sem danificar a película do bago e num horário em que as temperaturas sejam mais amenas.